No Fim-de-Semana 7,8 e 9 de Março, fomos fazer um retiro à Casa do Bom Samaritano. Quando lá cheguei fiquei confusa e não sabia o que me espera. Mas tudo mudou, quando as Irmãs contaram a história da casa e qual era o objectivo da mesma. A Casa do Bom Samaritano acolhe Meninas de todas as idades. Mas Meninas muito especiais, são pessoas as quais a nossa sociedade designa como “malucas”, “deficientes mentais”.
Com tudo isto, o tema do nosso retiro era: “E quem é o meu próximo?”. As perguntas que me surgiram foram: “Quem é o nosso próximo?”; “A quem realmente devemos nos importar e demonstrar o nosso amor cristão? “.
Todas estas perguntas foram-me respondidas ao longo das reflexões de Grupo, juntamente com a Irmã Ana. Este retiro foi muito especial, pois partilhamos as nossas alegrias, tristezas, emoções, sentimentos…
As Irmãs logo no primeiro dia, disseram-nos que quem entra na Casa do Bom Samaritano, não sai igual! É verdade, todos nós saímos diferentes, sentimo-nos melhor com nós próprios e na sociedade onde estamos inseridos. Todo graças às Meninas, pois foram elas que nós permitiram ver o mundo com outros olhos. Elas são felizes com um simples abraço ou com um sorriso. Será que isso é suficiente, para nós sermos felizes? Não, nós queremos sempre muito mais, pois somos consumistas e vivemos numa sociedade egoísta, crítica e maldosa. Mas a partir deste retiro todos nós começamos a dar mais valor a vida… Hoje, um simples sorriso, um obrigado, um abraço, basta-me para ser FELIZ!!!...Agora sempre que acordo, dou graças a Deus por mais um dia e penso sempre na frase da Irmã Ana: “O essencial é invisível aos olhos”
As Meninas não são “malucas”, nem “deficientes mentais” como as pessoas pensam. Nós é que somos "deficientes", pois não sabemos quais são os valores essências do coração. Durante o relacionamento que tivemos com as Meninas apreendemos a identidade mais profunda, mais verdadeira. Deram-nos novos olhos para ver e novos ouvidos para ouvir. Permitiram-nos também descobrir que «ser é mais importante do que fazer» e «o amor de Deus é mais importante que o elogio das pessoas». Para nós a palavra «deficiente» passou a ter um sentido totalmente novo, pois elas e nós somos completamente iguais no coração de Deus. Elas foram um «chamamento radical para aceitação da verdade das nossas vidas para escolher dar o nosso amor quando somos fortes e receber o amor de outros quando somos fracos, sempre com calma e generosidade.»
Muitos julgam que devem ajudar os seus familiares, os seus parentes, colegas e amigos, e nada mais. O seu círculo de amor é muito limitado. Na concepção cristã, o nosso próximo não está limitado à nossa família, às nossas amizades, à nossa raça.O Nosso próximo é todo aquele que necessita de auxílio e quem podemos ajudar.
Quando Jesus terminou de contar a história do Bom Samaritano, disse para o doutor da lei: "Vai e procede tu de igual modo, e mais . . . faz isto e viverás." Lucas 10, 37-38.
A Bíblia nos diz: "Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de todas as tuas forças e todo o teu entendimento; e amarás o teu próximo como a ti mesmo." Lucas 10, 27.
Este retiro ensinou-nos que a verdadeira religião é a prática do amor. É crer fazendo. É viver o que crê, e fazer o bem que se deve fazer.
Obrigado, Jesus, Frei Bruno, Irmãs, Meninas e Tiago por nós ensinarem a não temer parar e fazer silêncio. Porque é através dele que podemos tirar força de tudo o que vivemos, pois a nossa paz interior surge quando reflectimos.
Com tudo isto, o tema do nosso retiro era: “E quem é o meu próximo?”. As perguntas que me surgiram foram: “Quem é o nosso próximo?”; “A quem realmente devemos nos importar e demonstrar o nosso amor cristão? “.
Todas estas perguntas foram-me respondidas ao longo das reflexões de Grupo, juntamente com a Irmã Ana. Este retiro foi muito especial, pois partilhamos as nossas alegrias, tristezas, emoções, sentimentos…
As Irmãs logo no primeiro dia, disseram-nos que quem entra na Casa do Bom Samaritano, não sai igual! É verdade, todos nós saímos diferentes, sentimo-nos melhor com nós próprios e na sociedade onde estamos inseridos. Todo graças às Meninas, pois foram elas que nós permitiram ver o mundo com outros olhos. Elas são felizes com um simples abraço ou com um sorriso. Será que isso é suficiente, para nós sermos felizes? Não, nós queremos sempre muito mais, pois somos consumistas e vivemos numa sociedade egoísta, crítica e maldosa. Mas a partir deste retiro todos nós começamos a dar mais valor a vida… Hoje, um simples sorriso, um obrigado, um abraço, basta-me para ser FELIZ!!!...Agora sempre que acordo, dou graças a Deus por mais um dia e penso sempre na frase da Irmã Ana: “O essencial é invisível aos olhos”
As Meninas não são “malucas”, nem “deficientes mentais” como as pessoas pensam. Nós é que somos "deficientes", pois não sabemos quais são os valores essências do coração. Durante o relacionamento que tivemos com as Meninas apreendemos a identidade mais profunda, mais verdadeira. Deram-nos novos olhos para ver e novos ouvidos para ouvir. Permitiram-nos também descobrir que «ser é mais importante do que fazer» e «o amor de Deus é mais importante que o elogio das pessoas». Para nós a palavra «deficiente» passou a ter um sentido totalmente novo, pois elas e nós somos completamente iguais no coração de Deus. Elas foram um «chamamento radical para aceitação da verdade das nossas vidas para escolher dar o nosso amor quando somos fortes e receber o amor de outros quando somos fracos, sempre com calma e generosidade.»
Muitos julgam que devem ajudar os seus familiares, os seus parentes, colegas e amigos, e nada mais. O seu círculo de amor é muito limitado. Na concepção cristã, o nosso próximo não está limitado à nossa família, às nossas amizades, à nossa raça.O Nosso próximo é todo aquele que necessita de auxílio e quem podemos ajudar.
Quando Jesus terminou de contar a história do Bom Samaritano, disse para o doutor da lei: "Vai e procede tu de igual modo, e mais . . . faz isto e viverás." Lucas 10, 37-38.
A Bíblia nos diz: "Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de todas as tuas forças e todo o teu entendimento; e amarás o teu próximo como a ti mesmo." Lucas 10, 27.
Este retiro ensinou-nos que a verdadeira religião é a prática do amor. É crer fazendo. É viver o que crê, e fazer o bem que se deve fazer.
Obrigado, Jesus, Frei Bruno, Irmãs, Meninas e Tiago por nós ensinarem a não temer parar e fazer silêncio. Porque é através dele que podemos tirar força de tudo o que vivemos, pois a nossa paz interior surge quando reflectimos.





