Deixamos uma lembrança de algo que foi para nós um presente poder fazer. O escopro de de Deus! Uma conversa adaptada para português de um jovem com Deus, durante 10 min. Correu muito bem a apresentação que fizemos durante o congresso da JuFra. Pudemos rever algo grande que foi criado por termos Jesus entre nós. No olhar de cada um dos jovens que estiveram connosco, víamos o brilho no olhar de quem se que deixar moldar por Deus! Porque nós somos Suas obras primas originais! =)
Porque há congressos que nos ajudam a caminhar! Lançámo-nos juntos mais uma vez à Sua vontade, inspirados pelo exemplo do nosso Pai Francisco. Foi bom o convívio, os amigos que pudemos rever. Foi bom sentirmo-nos em casa! Bom sair mais uma vez de casa, prontos a entregar um pouco do nosso amor também!
Ja passou um dia desde este espectacular fim-de-semana, e hoje o sorriso é ainda maior: nao há palavras para Ele.
Com mais tempo, partilharei as experiencias vividas, mas fica desde ja um obrigado à COC, por ter renovado, preenchido e transformado mais um capitulo feliz!
Eram 8:30 da manhã e já estávamos nós a caminho de mais uma Jornada Diocesana da Juventude, em Alcobaça.
Depois de lá chegarmos e termos feito a nossa inscrição e escolhido um workshop, deu-se início à oração da manhã.
De seguida, foi o workshop. O que escolhemos tinha como tema: Castidade - Um mundo de afectos. Adorámos e ficamos completamente deslumbrados com o testemunho que tivemos de um casal (o João e a Marta).
Logo a seguir, dirigimo-nos para o Mosteiro de Alcobaça (já nosso conhecido) onde havia, não só espaço para rezar, para nos confessarmos, mas também: banquinhas dos diversos movimentos ali presentes e ainda, um caderno onde podíamos deixar uma mensagem ao Senhor Patriarca de Lisboa (no qual deixámos uma mensagem geral de grupo).
Seguiu-se o almoço e depois um concerto.
De seguida fomos receber o Senhor Patriarca à porta do Mosteiro. Depois de ter saudado, em geral, todas as pessoas que se encontravam ali, dirigiu-se imediatamente a nós para nos 'cumprimentar'. Imediatamente a seguir, tivemos um momento em que podemos por-lhe todas as questões que tivéssemos. Ficámos espantados com toda a boa disposição que transmitiu a todos!
Por fim, assistimos à Missa!
Terminado isto, estávamos assim, de regresso a Lisboa, contentíssimos com o dia fantástico que passámos :D
De 19 a 21 de Março, subimos de novo à montanha!
Receberam-nos no Convento dos Franciscanos no Varatojo para mais um grande retiro de Grupo.
Foram muitos os momentos de reflexão e de diversão que partilhámos, muitas as dinâmicas e as surpresas, e grande a adesão de todos os jovens. Tudo porque... mais vale não viver que não amar!
I São João, 4, 7-21
“Amados, amemo-nos uns aos outros, pois o amor vem de Deus. E todo aquele que ama, nasceu de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. Nisto se tornou visível o amor de Deus entre nós: Deus enviou o seu Filho único a este mundo, para nos dar a vida por meio d'Ele. E o amor consiste no seguinte: não fomos nós que amámos a Deus, mas foi Ele que nos amou e nos enviou o seu Filho como vítima expiatória pelos nossos pecados.
Amados, se Deus nos amou a tal ponto, também nós devemos amar-nos uns aos outros. Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amamos uns aos outros, Deus está connosco, e o seu amor realiza-se completamente entre nós. Nisto reconhecemos que permanecemos com Deus, e Ele connosco: Ele deu-nos o seu Espírito. E nós vimos e testemunhamos que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. Quando alguém confessa que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele em Deus. E nós reconhecemos o amor que Deus tem por nós e acreditamos nesse amor. Deus é amor: quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus permanece nele. Nisto se realizou completamente o amor entre nós: o facto de termos plena confiança no dia do julgamento, porque tal como Jesus é, assim somos nós neste mundo.
No amor não existe medo; pelo contrário, o amor perfeito lança fora o medo, porque o medo supõe castigo. Por conseguinte, quem sente medo ainda não está realizado no amor. Quanto a nós, amemos, porque Ele nos amou primeiro. Se alguém diz: «Eu amo a Deus», e no entanto odeia o seu irmão, é mentiroso; pois quem não ama o seu irmão, a quem vê, não poderá amar a Deus, a quem não vê. E este é precisamente o mandamento que d'Ele recebemos: quem ama a Deus, ame também o seu irmão.”
“Este deve ser o nosso objectivo no mundo: aprender a amar. A vida oferece-nos milhares de oportunidades para aprender a amar. Todo o homem e toda a mulher, em todos os dias da suas vidas, têm sempre uma boa oportunidade de se entregarem ao Amor. A vida não é um longo feriado, mas uma constante aprendizagem. E a lição mais importante que temos é: aprender a amar. Amar cada vez melhor.”
(Henry Drummond, o Dom Supremo, edições Pergaminho, traduzido por Paulo Coelho, contracapa)
Tivemos a grande alegria de ter connosco os nossos amigos da JuFra-OFS do Varatojo e os frades noviços que nos recebem sempre com o seu grande sorriso. Recebemos ainda a Lena Dâmaso da JuFra-FFP que nos foi visitar para rezar connosco e que nos ofereceu como presente uma mochila para que a possamos levar connosco na nossa caminhada!
Ficam nas nossas memórias tantos momentos, fica aquele sentimento que nos faz querer sempre sempre mais na Sua companhia, fica o desejo de nos deixarmos cercar por este Amor que Ele nos propõe em cada aspecto concreto das nossas vidas!
É bom estarmos reunidos em nome d'Ele!
Deixamos alguns destes nossos sorrisos e sabemos que também tu, te juntas a nós! =)
No nosso último encontro estivemos a reflectir sobre uma texto que nos fala do Casamento Cristão! Foram muitas as questões que se levantaram, mas muitas também as propostas que sentimos serem claras para o caminho que deve ser percorrido. Um caminho de relação em Cristo que não tem apenas momentos de céu aberto, mas em que deve envolver esforço da abertura, da partilha e unidade que devem ser mantidos pela Graça do Sacramento do Matrimónio.
"Ao longo dos últimos milénios o amor tem estado no pensar dos filósofos, nos escritos dos poetas e nas canções dos músicos. Mas há sempre coisas novas para dizer. As ideias são sempre pouco claras diante das coisas importantes da vida humana. Ao nível da fé sabemos que o pecado e a fragilidade humana escondem o amor (reflexo e imagem de Deus) entre nas nossas relações. Por isso é importante ter claro de que falamos nós os cristãos quando falamos de casamento, amor e família. Esse amor deve ter as marcas de Deus. Por isso há quatro condições (liberdade, fidelidade, permanência e fertilidade) para que uma relação de casamento tenha um sentido pleno."
Saibamos pois perceber e ajudar a alertar quem nos rodeia que o Casamento nasce da nossa liberdade para nos devolve-la no compromisso. Que liberdade não implica ausência de esforço, nem falta de compromisso. Saibamos que a fidelidade é muito mais do que não manter uma outra relação, mas o compromisso diário à construção de uma relação em Cristo que não permite fecharmo-nos para o outro. Saibamos que envolve o risco da compreensão e da rejeição, mas que dia após dia se baseia também na Fé e no esforço para acompanhar a evolução própria das relações, sabendo olhar para elas com novos olhos, com empenho e dedicação. Saibamos que envolve a fertilidade, e a graça do dom do amor que se torna tantas vezes dom da vida, por meio dos filhos, com as responsabilidades inerentes à paternidade e à maternidade! =)
Porque não caminhamos sozinhos! Porque são muitos os laços que nos unem! Porque existe algo forte a que nos sentimos chamados! Porque é bom partilhar sorrisos! Porque é fazendo-nos ao largo que percorremos o Caminho! Porque o queremos fazer como Jovens que somos! Porque queremos ser empenhados na nossa entrega a Jesus!
Convido-vos a irem ao blog Semente Franciscana. Vejam o último post e, já agora, porque não passar a segui-lo com um olhar atento? =)
Um dia, alguém disse a Jesus: “Mestre, eu quero seguir-Te e ser cristão, mas sem todos aqueles ritos, sem todos aqueles apóstolos.” E Jesus contou-lhe uma parábola. Um grupo de homens fez uma viagem e, no fim do dia, juntaram-se para passar a noite. Quando a noite chegou fizeram uma pilha de lenha e atearam-lhe fogo. Ficaram todos juntos, encostados uns aos outros, à luz e ao calor das chamas. Mas um deles, a certa altura, não quis ficar com os outros e foi-se embora sozinho. Pegou num tição aceso e levantou-se, indo-se sentar longe dos outros. Durante uns instantes, o seu pedaço de lenha dava luz e aquecia, mas durou pouco tempo. Em pouco tempo foi engolido pela escuridão e pelo frio. Depois de pensar melhor e de se fartar do escuro gélido da noite, levantou-se, pegou no seu pedaço de lenha apagado e pô-lo de novo na fogueira dos seus amigos. O pedaço de lenha reacendeu-se imediatamente. O Homem percebeu, sentou-se de novo, no meio dos outros. E Jesus acrescentou: “Quem quer estar comigo, fica perto do fogo, junto dos meus amigos, porque Eu vim trazer o fogo à terra. Mas não o fogo do individualismo, antes pelo contrário, o fogo da comunhão”.
Perguntas de reflexão:
- É possível vivermos como cristãos “isolados”, sem nos reunirmos? - No nosso grupo, na nossa comunidade cristã, em que é que mais se nota o individualismo? - Como avaliar o nosso grupo a partir desta oração: “Como este pão partido estava antes espalhado por aqui e por ali nos campos e, recolhido, se tornou uma coisa só, assim se junta a Tua Igreja desde as extremidades da terra no Teu Reino”. - E como avaliar as nossas famílias nesse mesmo sentido?
No nosso último encontro tivemos a grande felicidade de receber entre nós a COC (comissão organizadora do congresso) da JuFra! Aproveitámos para nos dar a conhecer melhor uns aos outros e foram-nos lançados vários desafios que queremos aceitar como jovens franciscanos que somos também! Há uma alegria, simplicidade e entrega na vida de São Francisco que nos toca profundamente a todos e que faz parte das nossas raízes. Foi uma noite de partilha, oração e de muitos sorrisos! Conseguimos viver momentos muito especiais na unidade que Ele nos dá. Deixo a apresentação que o pessoal jovem fez para nos apresentarmos! =)
Quanta felicidade foi também para nós também poder abraçar a Irmã que nos chegou no Céu no seu dia de anos. É bom saber que Carnide vos deixa uma marca especial! Obrigado! Paz e Bem a todos!
Nesta semana que passou, estivemos a reflectir sobre a nossa missão de Cristãos!
Na missão concreta de cada um de nós e do nosso Grupo que se integrada na realidade universal da Igreja.
Fica um dos textinhos que usámos para nos orientar:
"Precisamos de dilatar o coração segundo a dimensão do Coração de Jesus. É um grande trabalho! Mas é a única coisa a fazer. Se fizermos isto, está tudo feito.
Trata-se de amar cada pessoa que passa ao nosso lado como Deus a ama. E, como estamos no tempo, amemos o próximo um de cada vez, sem conservar no coração resíduos de afecto pelo irmão que encontrámos no minuto anterior. De facto, é sempre o mesmo Jesus que amamos em todos.
Tal como é suficiente uma hóstia santa, dos milhões de hóstias que há na Terra, para nos alimentarmos de Deus, da mesma forma basta um irmão – aquela pessoa que a vontade de Deus põe ao nosso lado – para nos pôr em comunhão com a Humanidade, que é Jesus místico.
E estarmos em comunhão com o irmão é o segundo mandamento, aquele que vem logo a seguir ao do amor a Deus e é expressão dele."
Chiara Lubic
Saibamos então dilatar o nosso coração ao Amor e com Amor! =)