17 março 2007

O filho pródigo



Vivendo só, pensando em mim
Castelos na areia, riqueza temporária
Paredes estão a cair, tempestades a chegar
Lágrimas têm enchido os meus olhos, aqui estou outra vez

Tenho aguentado o mais tempo possível
Agora estou-me a deixar ir e a estender a minha mão


(Refrão)
Pai, aqui estou outra vez
Aceitas-me hoje de novo?

Fui e fiz do mundo meu amigo
Mas deixou-me só e sem nada
Arrastei o teu nome pela lama
A mesma lama em que primeiro me encontraste
Não digno de ser chamado teu filho
Isto é o meu fim?

Pai, aqui estou outra vez
Aqui estou outra vez

Maldito este sol de manhã
Arrasta-me para mais um dia
De cultivar o que semeei
De viver com a minha vergonha
Bem-vindo ao meu mundo
E á vida que fiz
Onde um dia és um príncipe
E no seguinte és um escravo

(Refrão)

Sugestão:Que te sugere esta música? Certamente conheces a parábola do filho pródigo. Com qual das personagens te identificas mais? Se estivesses no lugar do Pai, como procederias? Há luz do texto, acima traduzido da música, qual a parte com que te identificas melhor. Aquele que te toca mais profundamente?